Eu entendo que sempre existirão
muitas barreiras que nos manterão longe, mesmo morando tão perto.
Eu não queria que existissem essas barreiras e torço muito para que elas se
rompam. O que acontece é que eu o amo demais e zelo pelo amor que sinto. Talvez
ninguém ame como eu, talvez meu jeito de amar seja o pior jeito, talvez também
seja o mundo que não sabe amar.
Nunca diga que vai estar aqui quando eu precisar, pois não estará. Quando
precisei, você não estava, e agora que eu preciso, não esta.
É, eu me lembro do primeiro olhar, da primeira mensagem, do primeiro “oi”, das
conversas e sentimentos compartilhados um com o outro. Lembro-me do primeiro
choque e da primeira lágrima.
Lembro-me até de querer ter você a cada segundo que passava, principalmente
quando passava na frente de minha casa.
E hoje? E amanhã? Eu vou lhe amar? E querer lhe ter?
Texto de Isabella Alberti, aluna do 9º B.
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